04 May 2012

Eu Amo: The Color Run

Post by Tiffannyk at 15:42 on ILOVE

“Os 5 km mais felizes do planeta” assim se intitula a galera do The Color Run, evento anual que percorre os EUA enchendo o dia das pessoas de cor e felicidade. Muito parecido com o Holi Indiano, a corrida das cores é voltada para a celebração da felicidade e tudo se resume em se divertir e se colorir.

A única regra do percurso é vestir-se inteiramente de branco, e então a cada quilometro uma nova cor é disparada por voluntários em cima dos corredores (Km1: Amarelo – Km2: Verde – Km3: Azul – Km4: Roxo), no último a diversão é elevada a máxima potência com todo mundo jogando cor em todo mundo.

Os pigmentos usados na corrida são 100% naturais e podem até ser ingeridos. Não há limite de idade para participar, e no final do trajeto há um “carnival” (festa tipicamente americana, com barracas de guloseimas, música, brinquedos etc).
A corrida ainda angaria fundos para serem doados para entidades da cidade onde está ocorrendo.

Vai dizer que não deu uma vontadezinha de participar? Dá pra conferir no site as cidades onde a corrida vai passar e votar para escolher o circuito do ano que vem, quem sabe algo tão legal assim não vem acontecer aqui no Brasil?

30 Apr 2012

Cinematéca: Os Vingadores

Post by Clara at 13:21 on Cinematéca

Título: Os Vingadores
Título Original: The Avengers
Gênero: Ação, Aventura, Ficção científica.
Lançado: 27 de abril de 2012
Duração: 2h 22min
Direção: Joss Whedon
Sinopse: Loki (Tom Hiddleston) retorna à Terra enviado pelos chitauri, uma raça alienígena que pretende dominar os humanos. Com a promessa de que será o soberano do planeta, ele rouba o cubo mágico dentro de instalações da S.H.I.E.L.D. e, com isso, adquire grandes poderes. Loki os usa para controlar o dr. Erik Selvig (Stellan Skarsgard) e Clint Barton/Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), que passam a trabalhar para ele. No intuito de contê-los, Nick Fury (Samuel L. Jackson) convoca um grupo de pessoas com grandes habilidades, mas que jamais haviam trabalhado juntas: Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Steve Rogers/Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Bruce Banner/Hulk (Mark Ruffalo) e Natasha Romanoff/Viúva Negra (Scarlett Johansson). Só que, apesar do grande perigo que a Terra corre, não é tão simples assim conter o ego e os interesses de cada um deles para que possam agir em grupo.
Rating: ★★★★★

Fui à pré-estréia no dia 26 desse mês de Avengers e preciso dizer que de longe será um dos melhores filmes de 2012. Superou todas as expectativas dos fãs. Efeitos, roteiro, citações… Tudo muito bom. Fiquei acordada até às quatro da manhã em uma quinta feira, mas valeu a pena. Não teve um que não saiu do cinema feliz e satisfeito com o filme.  Assumo que estava um pouco preocupada porque estavam apostando muitas fichas nesse filme, mas valeu cada dia de espera e cada centavo pago. Tenho que segurar a fangirl que está dentro de mim gritando e implorando para contar cada detalhe do filme, mas minha consciência me segura e permite que eu não faça spoiler; séria uma grande sacanagem já que o filme começou a rodar ontem, então muita gente ainda não viu.
De qualquer forma, precisava vir aqui e compartilhar minha alegria. Parabéns aos diretores e toda a equipe de Avengers, o filme está foda demais. Recomendo o filme para qualquer pessoa, até mesmo aquelas que não curtem muito o estilo do filme. Aposto todas as minhas fichas que todo mundo gostará do filme, nem que seja pelo menos um pouco.

13 Apr 2012

O desencanto do mundo das “borbolhas”

Post by Tiffannyk at 17:40 on 100 coisas em 1001 dias, Crônicas

Tenho que confessar que enquanto elaborava a lista de 101 coisas em 1001 dias, eu pensei em coisas fáceis de serem realizadas para que eu desse cabo da lista no tempo proposto, afinal preguiça existe aos montes no meu mundo. Dos 15 itens concluídos, acho que um dos poucos que realmente me fizeram sofrer uma transformação na vida foi o “89 – Evitar beber refrigerante”.
O que pode parecer um simples “Não obrigada, eu não bebo refrigerante” se tornou em uma coisa bizarra e muito engraçada.
As pessoas normais do planeta, adeptas a viver o lado coca – cola da vida, simplesmente não conseguem entender o fato para que eu, com 50kg e 1,73m de altura, dona de um corpo que sempre ouviu o popular “magrela” decide de uma hora pra outra não beber mais refrigerante. A história toda começou na fatídica lista de forma despretensiosa, era um dos itens que eu achava que não dariam em nada. Até que um belo dia eu chego em casa e minha mãe me ataca com um cruel e inquieto: “Você está barriguda”. A resposta ao “insulto” foi uma rápida renegação ao liquido borbulhante e tão cruel, que apareceu na minha cabeça como vilão. Eu sei, foi idiota, eu ignorei os boxer’s do KFC, os churrasquinhos de rua e meu antigo companheiro de almoço, um saquinho doce e solúvel de suspiros, e lógico, o meu amor eterno: Chocolate.
E foi assim que eu comecei a tentar não beber refrigerante, e depois de 3 semanas, mesmo que visualmente a latinha de coca que eu comprei parecesse atraente, bebê-la foi como purgante. Acho que eu nunca mais vou esquecer-me do gosto horroroso daquela fatídica coca que acabou com meus sentimentos por ela, sentimentos até ali fiéis e indiscutíveis. Até sinto saudade da gelada e refrescante coca zero, ou da minha amada soda limonada, aliás, único refrigerante que eu ainda consigo beber sem fazer cara de estou tomando xarope vick. Pode parecer bobagem, mas desde essa breve e considerável pausa aos refrigerantes, nenhum guaraná, coca, fanta, e até H2OH, foi à mesma, parece que o fator gaseificado junto com os milhares de químicos foi abolido de vez do meu paladar.
Sobre isso, tenho que ressaltar que não beber refrigerante não vai estimulá-lo e refiná-lo, que você vai sentir melhor o gosto das coisas, ou ter menos barriga, não muda absolutamente nada, só o fato de que pra você refrigerante é ruim, intragável. Que na mesa do almoço de domingo, ao ver aquela garrafa de 2,5l você vai preferir comer a seco, ou beber água. É até meio chatinho, mas me deu forças para mudar certos aspectos, afinal quem vive sem refrigerante vive sem cerveja (odeio, mas bebia para socializar, por que todo mundo bebe e vodka não tem em qualquer lugar), sem frituras, sem doces depois do jantar e o melhor de todos, sem petiscar entre as refeições. Digo que pra quem, como eu, trabalha sentado e não gosta de academia, é um bom começo para se separar na flacidez. Não acha?

31 Mar 2012

Os pequenos grandes sons de Amy Hildebrand

Post by Tiffannyk at 14:48 on Fotografia, ILOVE, inspiração

Amy Hildebrand tem uma condição genética que a fez nascer cega, o albinismo. Durante toda a sua vida ela superou sua própria natureza, recuperando um pouco da visão (Amy só enxerga cores, formas e sombras) e se tornando um símbolo de superação em Cincinnati. Não só isso, Amy decidiu que sua “limitação” ia lhe dar o mundo e decidiu ser: Fotografa.

Atualmente a fotografa tem um projeto na internet chamado “With Little Sounds”, onde se propôs a tirar 1000 fotos, uma por dia. Suas fotos são de uma sensibilidade comovente, e o uso da luz é de dar inveja a qualquer um que goste dessa arte.

Amy é casada, tem dois filhos e nunca aprendeu a ler em braile. Graças aos tratamentos feitos durante sua vida, conseguiu recuperar 20% da visão, o que de fato já se faz suficiente em meio ao talento extraordinário que possui. “Eu sou uma pessoa com albinismo, mas eu também sou uma fotógrafa, esposa, mãe e artista. O albinismo é apenas um aspecto em mim e não é ele que me define” declara Amy Hildebrand.

28 Mar 2012

Resenha: O pacto

Post by Clara at 01:35 on Resenhas

Sinopse: Ignatius Perrish sempre foi um homem bom. Tinha uma família unida e privilegiada, um irmão que era seu grande companheiro, um amigo inseparável e, muito cedo, conheceu Merrin, o amor de sua vida.

Até que uma tragédia põe fim a toda essa felicidade: Merrin é estuprada e morta e ele passa a ser o principal suspeito. Embora não haja evidências que o incriminem, também não há nada que prove sua inocência. Todos na cidade acreditam que ele é um monstro.

Um ano depois, Ig acorda de uma bebedeira com uma dor de cabeça infernal e chifres crescendo em suas têmporas. Descobre também algo assustador: ao vê-lo, as pessoas não reagem com espanto e horror, como seria de esperar. Em vez disso, entram numa espécie de transe e revelam seus pecados mais inconfessáveis.

Um médico, o padre, seus pais e até sua querida avó, ninguém está imune a Ig. E todos estão contra ele. Porém, a mais dolorosa das confissões é a de seu irmão, que sempre soube quem era o assassino de Merrin, mas não podia contar a verdade. Até agora.

Sozinho, sem ter aonde ir ou a quem recorrer, Ig vai descobrir que, quando as pessoas que você ama lhe viram as costas e sua vida se torna um inferno, ser o diabo não é tão mau assim.

Joe Hill, autor de A estrada da noite, já foi aclamado como um dos principais novos nomes da ficção fantástica. Em O pacto, o sobrenatural é pano de fundo para uma história de amor e tragédia, de traição e vingança. Um livro envolvente, emocionante e cheio de suspense que nos leva a refletir: em matéria de maldade, quem é pior, o homem ou o diabo?
Autor: Joe Hill
Editora: Sextante
Páginas: 320 pág.
1ª Edição: 2010.
Comprar: submarino
Rating: ★★★★★

Como fiquei apaixonada por Estrada na Noite, logo tratei de arrumar O Pacto (que por sinal ganhei ?) para mais uma vez entrar no mundo do terror com Joe Hill. Porém, com O Pacto foi um pouco diferente: não tem tanto romance e não é terror em si. O livro gira em torno de um cara, Ignatius Perrish, que acorda e descobre que agora tem chifres, se tornando o diabo e também o mocinho da historia. Sim, você torce loucamente para que o diabo se dê bem! E sim, tem um vilão na história. Mas calma, ele não é Deus. Não tem nada de religião nesse livro, como Deus versus Satan, apenas um homem que ganhou chifres e alguns poderes e usa disso para o seu próprio objetivo.

É uma história de amor interrompida por um assassinato e segue com um desejo de vingança com as próprias mãos. E, mais uma vez, tem aquela personagem que faz com que você queira chutar a bunda dela na primeira vez em que ela aparece no livro, mas no fim, você percebe que ela tem grande importância na trama toda, mesmo não fazendo nada na maior parte da história.

Joe Hill fes um trabalho brilhantes escrevendo esse livro e pra mim ele parece ter uma crítica muito clara por debaixo de toda a fantasia: ninguém é perfeito. Com o fato de Ig poder ler e saber de todas as obscuridades das pessoas, ele fica sabendo

segredos da mãe, do pai, da avó querida, do padre, do médico, e são coisas que acontecem no nosso dia a dia e com pessoas que você não imaginaria.

É um livro que eu acho que vale muito a pena ter na estante de casa para ler sempre que puder. E sim, você vai lê-lo mais de uma vez porque é realmente um livro muito bom. Palavra de bookaholic.